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    Carla Carinhas
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    MensagemAssunto: Cultura   Ter Dez 29, 2009 4:13 pm


    CULTURA
    WELWITSCHIA

    A Welwitschia mirabilis é um género de planta suculenta, só encontrada no deserto ao sul de Angola. Esta espécie foi baptizada a partir do nome do Dr. Friedrich Welwitsch, que contribuiu para o conhecimento desta e de muitas outras plantas de Angola. É uma planta rasteira, formada por um caule lenhoso que não cresce, uma enorme raiz aprumada e duas folhas apenas, que continuam a crescer durante toda a vida da planta, que estima-se possa chegar a 1.000 anos.

    IMBONDEIRO

    O Imbondeiro, árvore de grande porte, que pode viver até 6 mil anos, oriunda da floresta angolana do Mayombe, pode atingir 30 m de altura e possui a capacidade de armazenar, em seu tronco gigante, até 120 mil litros de água. Por tal razão, é denominada, também, de "árvore garrafa". Segundo uma antiga lenda africana, por exemplo, uma vez que um morto seja sepultado dentro de um baobá, a sua alma irá viver enquanto a planta existir. A Adansonia digitata floresce durante uma única noite apenas, entre os meses de maio a agosto.

    A cultura angolana é rica variada, com manifestações diferentes em cada região do país, seja no artesanato, na música, na dança, nas artes plásticas ou na literatura.

    No artesanato e na escultura, destaque para as máscaras de madeira, bronze e marfim que têm um papel importante nos rituais religiosos-culturais, representando cenas da vida ou da morte, como a máscara Mwana-Pwo, para os rituais da puberdade; as máscaras policromáticas de Kalelwa, usadas durante cerimónias de circuncisão; as máscaras de Cikungu e de Cihongo, da mitologia de Lunda-Cokwe, com destaque para o imaginário da princesa Lweji e do príncipe da civilização Tschibinda-Ilunga.

    Na escultura, O Pensador, de origem tchokwe, é provavelmente a peça de arte mais famosa das criações angolanas e símbolo da cultura do País. Representa a figura de um ancião, figura que ocupa um estatuto privilegiado na sociedade angolana: o “mais velho” representa a sabedoria, a experiência e o conhecimento dos segredos da vida. As primeiras figuras de O Pensador foram esculpidas nas oficinas do Museu do Dundo, ao final da década de 1940.

    A arte Ngangela, na parte oeste na província do Bié e na parte Leste da província do Moxico, engloba a tradicional Cerâmica Lwena, com o seu riquíssimo trabalho da olaria, fabricando potes, garrafas e outros recipientes para transporte e reservatório de água, com cabeças antropomorfas, figuras humanas ou animais, evocando provérbios, mitos e lendas. A cor dos objectos da Cerâmica Lwena é geralmente negra e brilhante, cor conseguida através de pigmentos naturais (vegetais e inorgânicos).

    Música e Dança

    O semba é um dos estilos musicais angolanos mais populares, ao lado da Maringa, Kabetula, Kazukuta e do Caduque. Segundo alguns pesquisadores, a origem do semba situa-se na massemba (umbigada) e no lundu, de origem portuguesa. Dançada a pares, com passadas distintas dos cavalheiros, seguidas pelas damas em passos totalmente largos onde o malabarismo dos cavalheiros conta muito a nível de improvisação.

    A Kizomba, na língua Kimbundo, significa"festa". A expressão Kizomba, como dança, nasceu em Angola nos anos 80 em Luanda, após as grandes influências musicais dos Zouks.

    Já o Kuduro é a fusão da música batida, com estilos tipicamente africanos, criados e misturados por jovens Angolanos, adaptando-se a forma de dançar que é soltar a anca para os lados em dois tempos.

    A Rebita é um género de música e dança de salão angolana que demonstra a vaidade dos cavalheiros e o adorno das damas. Dançada em pares em coreografias coordenadas pelo chefe da roda, executam gestos de generosidades gesticulando a leveza das suas damas, ao compasso da massemba.

    A Kazukuta é a dança por excelência de sapateado lento, seguido de oscilações corporais, firmando-se o bailarino, ora no calcanhar, ora na ponta dos pés, apoiando-se sobre uma bengala ou guarda-chuva. Os tocadores usam instrumentos como latas, dikanzas, garrafas, arcos de barril e, para algumas variações rítmicas, a corneta de latão e caixa corneta. Os bailarinos trajam-se de calças listadas e casacas, cobrindo o rosto com uma máscara para melhor caricaturar jocosamente o inimigo.

    A Kabetula é uma dança carnavalesca da região do Bengo, exibida em saracoteios bastante rápidos seguidos de alguns saltos acrobáticos. Os bailarinos apresentam-se vestidos de camisolas, normalmente brancas, ou de tronco nu.

    Em Cabinda, é imprescindível visitar o santuário onde os “Bakama” congregam-se para vestirem as indumentárias tradicionais de folhas secas de bananeiras e as máscaras. Ele está situado na aldeia de Tchizo - pequena povoação situada na periferia da cidade de Cabinda - e centro do poder tradicional dos povos do “Macongo”, “Maloango” e “Muangoyo”.

    Nas décadas de 40 e 50, sob o comando de Liceu Vieira Dias, o grupo Ngola Ritmos começou a compor letras que falavam do momento político do país exaltando o nacionalismo em dialectos nacionais. Dessa forma o grupo conseguiu inserir a música no cenário urbano, transformando Luanda na capital musical do país, e contribuir com o processo de independência de Angola. Em função da formação musical do seu criador, o Ngola Ritmos foi fortemente influenciado pelo jazz americano e pelo fado português.

    Em 1959 surge outro grupo, o Duo Ouro Negro, formado por Raúl Indipwo e Milo MacMahon. Durante toda a década de 60 os grandes palcos da Suíça, França, Finlândia, Suécia, Dinamarca, Espanha, do Brasil, Japão, dos EUA e de Portugal abriram suas portas para receber a dupla que cantava a música popular e urbana de Angola, entre elas, os sucessos "Tuende Kurikutela", "Larip", "Muxima", "Luanda" e "Mamã".

    Contemporânea do Duo Ouro Negro, Lourdes Van-Dúnem se consolidou como a referência feminina na música angolana. Falecida no início de 2006, a cantora começou a carreira no grupo Ngola Ritmos na década de 60 e ficou famosa ao interpretar a canção "Monami" em seu primeiro disco, de mesmo nome. Nos anos 80 e 90, fez tournées em Portugal, África do Sul, Argélia, Estados Unidos, França, Espanha e Brasil, sempre a cantar composições que falavam da cultura e tradições africanas.

    Mais modernamente, outros expoentes da música angolana continuam trabalhando na linha de convívio entre a tradição e a modernidade, como Paulo Flores, que traz em seu repertório a união entre a sonoridade dos instrumentos tradicionais e modernos. Para além de sua actividade enquanto cantor, Paulo Flores contribui com a música angolana na produção de outros agrupamentos como Os Kituxi. Criado em 1980, o grupo ganhou admiração e respeito do público ao incentivar os jovens a tocar instrumentos tradicionais como o ungu, mpuita, dikanza, reco-reco, entre outros.

    Nesse sentido, merecem destaque as músicas de Elias Diá Kimuenzo, Rui Mingas, Mário Rui Silva, Wyza, Filipe Mukenga e Teta Lando cujos temas são voltados para valores nacionais, história do país e cultura nacional. Em seus trabalhos, estes artistas valorizam o uso das sonoridades originais das músicas angolan

    Literatura

    Clássicos da Literatura Angolana

    A Geraçăo da Utopia - Pepetela
    Sagrada Esperança - Agostinho Neto
    Mayombe - Pepetela
    Yaka - Pepetela
    O Ano do Căo - Roderick Nehone
    Quem Me Dera Ser Onda - Manuel Rui Monteiro
    Sobreviver em Tarrafal de Santiago - António Jacinto
    Terra Morta - Castro Soromenho
    Viriato da Cruz - Poemas
    Ecos da minha terra - Óscar Ribas
    O Vendedor de Passados - José Eduardo Agualusa
    Mário António - Poesia
    Boaventura Cardoso – O Signo do Fogo
    Ondjaki – Bom Dia Camaradas

    O início da literatura que se escreve em Angola ocorreu durante a fase de colonização, período durante o qual a nossa literatura nasceu e desenvolveu-se como extensão da Portuguesa. O ano de 1901 marca a publicação do primeiro órgão de carácter inteiramente literário em Angola, o “Almanach - Ensaios Literários”, impresso em Luanda na Tipografia do Povo. Em 1934 foi publicado o livro O segredo da Morta, de António de Assis Júnior, considerado marco inicial da prosa de ficção Angolana. Em 1949 foi publicado, no Brasil, o romance Terra Morta de Castro Soromenho. Esta obra relata os efeitos da colonização Portuguesa sobre Angola.

    A década de 1950 define a clara existência de uma elite literária indígena composta de ensaístas, poetas e escritores. Estes contornaram a repressão exercida sobre a imprensa e definiram a futura literatura nacional. Em 1951 começam a ser publicados revistas e jornais de liceu nos quais se podem ler os primeiros ensaios de escritores e poetas Angolanos.

    Nos anos 1960, talvez como consequência do anseio pela independência, volta a reaparecer na cena literária a preferência pela narração. Esta tendência continuou até meados dos anos 1970.

    O período pós-independência, em 1975, foi marcado por euforias patrióticas nas quais alguns escritores inspiraram-se na realidade do conflito da guerra cívil, enquanto que outros se decidiram a fazer uso da imaginação para criarem literatura de ficção.

    O grupo de escritores que despontou nos anos 1980 ficou conhecido como a "Geração das Incertezas", devido às circunstâncias político-socias e pela perspectiva de um futuro incerto para os Angolanos. Mas foi nesta época que foram publicadas algumas das obras mais populares da literatura de Angola: Sagrada Esperança, de Agostinho Neto; Yaka e Mayombe, de Pepetela; Quem Me Dera Ser Onda, de Manuel Rui Monteiro.

    [/size]Artes Plásticas

    No período pós-independência, Angola assistiu a uma explosão cultural, iniciada por artistas de todo o mundo engajados na campanha pela autonomia do país, mas protagonizada por angolanos. Assim, em função da efervescência política, a arte da década de 1970 utiliza murais e cartazes públicos de grandes proporções como expressões marcantes. Alguns ainda são encontrados em bom estado de conservação, como os murais do Hospital Militar de Luanda e as paredes externas da sede da União dos Escritores Angolanos.

    Obras de pintura e escultura de Angola começaram a transitar no cenário internacional a partir da década de 1980, quando artistas plásticos passaram a apresentar seus trabalhos em países como Cuba, Brasil, Portugal, França, Hungria, Suécia, Noruega, entre outros.

    Por conta da guerra, muitos artistas plásticos passaram a residir fora do país, como António Olé (Estados Unidos), Alvim (Bélgica), Viteix (França), Eleutério Sanches, Raul Endipwo, José Rodrigues, Vaz de Carvalho e Dília Fraguito (Portugal). Destaque, também, para Kiana, Marcos Kabenda, Lally Salvador, Paulino Damião, Matondo Alberto, Zan Andrade, Pululu, Dudu, Délio Baptista, Filomena Coquenão, Helga Gambôa, Valentim Caterça, Sérgio Piçarra, Hugo Lito Silva, José Fernandes, Van e outros.

    Os anos 90 chegaram para consolidar a cultura angolana, com a criação da Escola Média de Artes Plásticas. Através desta instituição foram formados técnicos médios vocacionados para o ensino, para a indústria gráfica e para o desenvolvimento das actividades artísticas. Ao longo de uma década, a Escola Média de Artes Plásticas, sob tutela do Ministério da Cultura, promoveu exposições, instituiu prémios como os do Banco de Fomento e Exterior e o Cidade Luanda em Artes Plásticas, abrangendo diversas modalidades, como a pintura, gravura, escultura e tecelagem.

    Entre os nomes deste período, destacam-se Mpambukidi, Kabissi, Remos, Ngombo, Odaly, Belmira, Kidá, Telmo Vaz Pereira, Gonga, Domingas Correia, Tona/Etona, Isabel Baptista, Barcas, Nunes, Tozé, Don Sebas, Raul Silvestre, Yana Van-Dúnem, Fineza Teta, Luandino de Carvalho, Kátia Rangel, Fátima Fonseca, Sabby, Lino Damião, Maniloy, Pedro Dala, Sungu Lumingu, Abraão Eba, Marcos Kadenda, entre outros.

    Da geração mais recente, brilha o talento de Kabundi Ely, Ventura, Mayembe, Venâncio, Sozinho, Daniadão, Marcela Marcos, Kamuto, Ngola, Casimiro, Lindomar, Olímpio, Ndilu Mutima, Hildbrando e Álvaro Macieira, entre outros.

    Galerias de Arte

    • Galeria de Maio
    • Galeria Cenárius
    • Galeria do Centro Cultural Português
    • Salão Internacional de Artes
    • Galeria Sosso
    • Espaço Cultural Chá de Caxinde.


    Carnaval

    Em Angola, o Carnaval é festejado há mais de um século. Foi introduzido pelos Portugueses e há registos que desde 1900, os Ndembu (Ambundo) manifestavam-se com danças e mascaras que correspondiam já ao Carnaval.

    O carnaval teve sempre maior pujança em Luanda, sobretudo no seio dos ilhéus, e graças aos Nzau e Nzeto, (Cabindas e Solongos), que transportaram para os axiluandas a dança Muala de acção rítmica Semba. De Luanda, a apartir dos musseques Kamama, Kapari e Mulenvo, saiu a dança de recreação espírita denominada Kimuala, em solidariedade fraterna nos dias de óbito.

    Outras Províncias aonde o Carnaval se destaca são as do litoral, nomeadamente, Cabinda, Zaire (Soyo), Bengo (Ambriz), Kwanza-Sul (Porto Amboim), Benguela (Lobito), Namibe, Malanje, Kwanza-Norte (Dondo e Ambaca).

    Com o início da luta armada de libertação nacional, em Fevereiro de 1961, as autoridades portuguesas não autorizavam o desfile livre do carnaval em Angola. Os poucos grupos carnavalescos e turmas que se atreviam a desfilar eram espancados pela polícia.

    Nos meados da década de 1960, o desfile principal passou a ser na Avenida da Marginal (chamada então Paulo Dias de Novais), com apresentação dos corsos carnavalescos. Nesse período, depois de Luanda, só o carnaval de Lobito, na província de Benguela, se destacou, chegando a ser considerado o mais animado e mais organizado do País.

    [/size]

    Dados cedidos:
    FONTES: GOVERNO DE ANGOLA,
    UNIÃO DOS ESCRITORES ANGOLANOS (/Francisco Van-Dúnen),
    SONANGOL,
    FOLHA DE ANGOLA


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