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 Martin Luther King em Luanda

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MensagemAssunto: Martin Luther King em Luanda   Qui Jan 15, 2009 4:07 pm

Pequena Homenagem a um dos seres mais Puros que o Mundo conheceu.
Martin Luther King.
Baseado no mais eloquente discurso que a Humanidade já escutou.
I Have a Dream
28 de Agosto de 1963 - Washington.

Adaptado à minha querida Angola.
Que o sonho Dele, seja o Sonho de todos os Angolanos.



_________________
©º°¨Luís Felizardo¨°º©


Nzambi a tu bane nguzu mu kukaiela


Última edição por Bembe em Ter Jan 20, 2009 5:58 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Martin Luther King em Luanda   Seg Jan 19, 2009 11:55 pm

...BEMBE


Martin Luterking teve um sonho.

Na véspera da posse, Obama homenageia Martin Luther King





Obama pintou parede em centro comunitário em Washington
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, rendeu homenagem ao líder de direitos civis Martin Luther King e participou de atividades comunitárias nesta segunda-feira, o último dia antes de sua posse.
Marcando o Dia de Martin Luther King, feriado nacional nos Estados Unidos, Obama procurou dar um exemplo a fim de estimular os americanos a se envolverem com a prestação de serviços de caridade - uma iniciativa que batizou de ''Vamos Renovar a América Juntos''.

Em Washington, Obama começou seu dia visitando soldados americanos feridos no hospital Walter Reed, um local que foi tema de uma série de reportagens premiadas a respeito de veteranos da Guerra do Iraque que teriam sido vítimas de negligência.

Em seguida, ele pintou uma parede durante a reforma de um centro comunitário na capital americana.

Bruno Garcez
Da BBC Brasil em Washington

GENNY
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MensagemAssunto: Re: Martin Luther King em Luanda   Ter Jan 20, 2009 5:33 pm

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Chegou o grande dia para o primeiro Presidente negro dos Estados Unidos da América.

...Barack Obama toma hoje posse como 44.º Presidente dos Estados Unidos da América. As cerimónias vão decorrer em Washington e tudo leva a crer que deverá ser batido um recorde com quase meio século quando em 1963 um milhão e 200 mil pessoas estiveram no National Mall para assistir à tomada de posse de Lyndon Johnson.

retirado do google

genny

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MensagemAssunto: Re: Martin Luther King em Luanda   Ter Jan 20, 2009 9:46 pm

Olá a todos!
Hoje os Estados Unidos esta em festa...

Artistas prestam tributo a Obama em Washignton
A dois dias da posse, o presidente eleito dos Estádios Unidos, Barack Obama, recebeu uma homenagem que fez do Lincoln Memorial, em Washington, um palco para artistas como Beyonce, Bruce Springsteen, Bon Jovi e Bono Vox. O show gratuito reuniu milhares de pessoas na capital americana - inclusive a própria família Obama - que comemoraram a aclamada "mudança" ao som de velhos hits.


Após a performance do U2 de City of Blinding Lights, foi a vez de Obama subir ao memorial e falar à frente da grande estátua de seu inspirador político. "Não há dúvida de que nossa estrada será longa, de que nossa subida será íngreme", disse. "Mas nunca esqueçam que o verdadeiro caráter da nossa nação não é revelado durante tempos de conforto e tranqüilidade, mas pelos acertos que cometemos quando o momento é difícil".

Obama tomará posse como o 44º presidente dos Estados Unidos hoje, em Washington.


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MensagemAssunto: Sonho realizado   Qua Jan 21, 2009 7:50 pm

Olá a todos!

Posse de Obama responde sonho de Luther King, diz embaixador em Angola

Embaixador dos EUA em Angola: a América está a
realizar o sonho de Martin Luther King


Luanda – A cerimónia da tomada de posse de Barack Obama, na terça-feira, como o quadragésimo quarto presidente dos EUA, é demonstração de que parte do sonho de Luther King, de um país “onde a cor da pele não tenha importância” está a ser realizada.

Esta é opinião do embaixador dos Estados Unidos em Angola, Dan Mozena, expressa em entrevista à Angop, neste fim de semana, sobre sobre a investidura do primeiro presidente afro-americano do país.

De acordo com Dan Mozena, apesar de já ter assistido cerimónias idênticas, desde a tomada de posse de John Kenedy até a de George W. Bush, a que vai levar Barack Obama “é muito especial”.

É que, segundo a fonte, na terça-feira, será mostrado que os norte-americanos cada vez mais “estão a realizar o sonho de Martin Luther King : o sonho de que os seus quatro filhos cresceriam num país onde a cor da sua pele não tinha nenhuma importância, mas sim é o seu carácter que conta”.

“Hoje, cada vez mais, estamos a realizar este sonho e os norte-americanos orgulham-se muito disto. Isto é que torna este dia mais especial”, sublinhou Dan Mozena, visivelmente emocionado.

Apesar de nos EUA cada transferência de poder ser muito importante e histórico, o acto de terça-feira é ainda mais especial, “porque Obama é o primeiro afro-americano a se tornar presidente, e porque ele emergiu de um processo eleitoral, no qual aconteceram coisas novas”, disse.

Dan Mozena apontou como “coisas novas”, que engrandecem a ascensão de Obama, a diversidade que marcou o processo eleitoral que este venceu, nomeadamente, ser a primeira vez que participaram, “um candidato afro-americano sério, a primeira candidata séria, o primeiro hispânico sério, e pela, segunda vez, uma candidata a vice-presidente”.

Esta diversidade, frisou o diplomata norte-americano, é a maior força dos Estados Unidos, porque um país que mobiliza “todos os seus elementos, homens, mulheres, afro-americanos, americano-hispânicos, americanos-asiáticos, jovens e velhos, só pode ser forte”.

Falando de cerimonias idênticas, o diplomata recordou com certa nostalgia “aquela primeira vez”, ainda muito jovem, testemunhou a transferência de poderes presidenciais, quando John Kennedy substituiu Dwight Eisenhower, em 20 de Janeiro de 1961.

“Lembro-me a primeira vez que testemunhei a transferência de poderes presidenciais. Naquele dia, eu e a minha família sentamo-nos a frente de um televisor a preto e branco para assistirmos a tomada de posse do presidente John Kenedy, foi maravilhoso”, disse.

A importância atribuída à investidura de um presidente norte-americano, segundo o embaixador, reflecte-se nos simbolismos que há 320 anos são praticados.

Alguns destes simbolismos, a serem observados por Barack Obama na terça-feira, são a realização do acto ao ar livre, pousar a mão direita sobre a bíblia e pronunciar as palavras que George Washington disse em 1789.

Dentre outros dizeres, Obama deve pronunciar, incontornavelmente, a frase: "Juro, solenemente, que vou desempenhar fielmente o cargo de presidente dos Estados Unidos, e vou fazer o possível para proteger, preservar e defender a Constituição dos Estados Unidos."

Depois disto, detalhou o embaixador, “o cidadão anónimo” norte-americano, George W. Bush (nesta segunda-feira ainda é presidente), se retirará pela porta traseira em direcção ao aeroporto onde apanhará o avião militar para o estado de Texas, aonde tem residência. O avião que o transportará não pode ser o Air Force One (avião presidencial dos EUA).

Por força da transparência que o acto impõe, diz Dan Mozena, mesmo apesar de nesta altura do ano a capital norte-americana registar temperaturas glaciares, a cerimónia a ser dirigida pelo presidente do Tribunal Supremo dos EUA terá lugar nas escadas da sede do Congresso.


Kiss a todos Sol brinhante
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MensagemAssunto: Re: Martin Luther King em Luanda   Dom Jan 25, 2009 5:48 pm

. // VEJA NA INTEGRA O DIRCURSO DO PRESIDENTE DOS EUA //

44.º presidente promete reconduzir os EUA à liderança mundial e enfrentar desafios do país

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cidadãos:

Eu me coloco aqui hoje humildemente diante da tarefa à nossa frente, grato pela confiança com que vocês me honraram, ciente dos sacrifícios realizados pelos nossos ancestrais. Eu agradeço ao presidente Bush pelo seu serviço à nossa nação, bem como pela generosidade e cooperação que ele mostrou ao longo da transição.



Quarenta e quatro americanos agora já fizeram o juramento presidencial. As palavras foram ditas durante crescentes marés de prosperidade e as águas calmas da paz. Mas, de tempos em tempos, o juramento é realizado entre nuvens que se formam e tempestades violentas. Nesses momentos, a América seguiu à frente não somente pela habilidade ou visão dos que estavam no alto escalão, mas porque Nós o Povo permanecemos confiantes nos ideais dos nossos ancestrais e fiéis aos nossos documentos fundadores.



Assim tem sido. Assim deve ser com essa geração de americanos.



Que nós estamos em meio a uma crise é agora bem sabido. Nossa nação está em guerra, contra uma rede de longo alcance de violência e ódio. Nossa economia está bastante enfraquecida, em consequência da ganância e irresponsabilidade por parte de alguns, mas também por nosso fracasso coletivo em fazer escolhas difíceis e preparar a nação para uma nova era. Casas foram perdidas; empregos cortados; negócios fechados. Nosso sistema de saúde está muito dispendioso; nossas escolas fracassam com muitos; e cada dia traz novas evidências de que as formas como usamos a energia fortalecem nossos adversários e ameaçam nosso planeta.



Esses são os indicadores da crise, assunto de dados e estatísticas. Menos mensurável, mas não menos profundo, é o enfraquecimento da confiança ao longo de nossa terra - um medo repetido de que o declínio da América é inevitável, e que a próxima geração deve diminuir suas perspectivas.



CONTINUA...


Última edição por mariajoaomarques em Dom Jan 25, 2009 6:05 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Martin Luther King em Luanda   Dom Jan 25, 2009 5:54 pm

Hoje eu digo a vocês que os desafios que nós enfrentamos são reais. Eles são sérios e são muitos. Eles não serão vencidos facilmente ou em um período curto de tempo. Mas saiba disso,

América: eles serão vencidos.



Nesse dia, nos reunimos porque nós escolhemos a esperança em vez do medo, a unidade de propósito em vez do conflito e da discórdia.



Nesse dia, nós viemos para proclamar o fim às queixas mesquinhas e falsas promessas, às recriminações e aos dogmas desgastados, que por muito tempo já têm enfraquecido nossa política.



Nós continuamos uma nação jovem, mas de acordo com as palavras da Escritura, chegou a hora de se deixar de lado as infantilidades. Chegou a hora para reafirmar nosso espírito tolerante; para escolher nossa melhor história; para prosseguir com esse precioso dom, essa nobre ideia, passada de geração a geração: a promessa dada por Deus de que todos somos iguais, todos somos livres e todos merecem uma chance de buscar sua completa medida de felicidade.



Ao reafirmar a grandiosidade de nossa nação, nós entendemos que a grandeza nunca é dada. Ela deve ser conquistada. Nossa jornada nunca foi de atalhos ou de aceitar menos. Não foi a trilha dos inseguros - daqueles que preferem o descanso ao trabalho, buscam apenas os prazeres das riquezas e da fama. Em vez disso, (nossa jornada) tem sido uma de tomadores de risco, atuantes, fazedores das coisas - alguns celebrados, mas muitos outros homens e mulheres obscuros em seu trabalho - que nos levaram pela longa e espinhosa rota rumo à prosperidade e à liberdade.



Para nós, eles empacotaram suas poucas posses e viajaram pelos oceanos em busca de uma nova vida.



Para nós, eles trabalharam duro em fábricas exploradoras e seguiram rumo a Oeste; suportaram o açoite do chicote e lavraram a terra dura.



Para nós, eles lutaram e morreram, em lugares como Concord e Gettysburg; Normandy e Khe Sahn.



Ao longo do tempo, esses homens e mulheres lutaram e se sacrificaram e trabalharam até suas mãos ficarem em carne viva, para que pudéssemos ter uma vida melhor. Eles viram a América maior do que a soma de suas ambições individuais; maior que todas as diferenças de nascimento ou riqueza ou facção.



Essa é a jornada que nós continuamos hoje. Nós permanecemos a mais próspera e poderosa nação da Terra. Nossos trabalhadores não são menos produtivos do que quando essa crise começou. Nossas mentes não têm menos imaginação, nossas mercadorias e serviços não são menos necessários do que eram na semana passada, no mês passado ou no ano passado. Nossa capacidade permanece a mesma. Mas nossa hora de proteger interesses estreitos e adiar decisões desagradáveis - esse tempo certamente passou. Começando hoje, nós precisamos nos levantar e começar de novo o trabalho de reconstruir a América.



CONTINUA...

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MensagemAssunto: Re: Martin Luther King em Luanda   Dom Jan 25, 2009 5:57 pm

Para todos os lugares que olhemos, existe trabalho a ser feito. A situação da nossa economia pede ação, ágil e rápida, e nós agiremos - não apenas para criar novos empregos, mas para lançar a fundação para o crescimento. Nós construiremos as estradas e pontes, as instalações elétricas e linhas digitais que alimentam nosso comércio e nos mantém juntos. Nós levaremos a ciência a seu lugar de merecimento e controlaremos as maravilhas da tecnologia para aumentar a qualidade do sistema de saúde e reduzir seu custo.



Nós usaremos o Sol e os ventos e o solo para abastecer nossos carros e movimentar nossas fábricas. Nós transformaremos nossas escolas, faculdades e universidades para suprir as demandas de uma nova era. Tudo isso nós podemos fazer. E tudo isso nós faremos.



Agora, existem alguns que questionam a escala das nossas ambições - que sugerem que nosso sistema não pode aguentar planos tão grandiosos. Eles têm memória curta. Porque eles se esqueceram de tudo o que nosso país fez; o que homens e mulheres livres podem conseguir quando a imaginação se junta para objetivos comuns e a necessidade para a coragem.



O que os cínicos não entendem é que o chão que eles pisam não é mais o mesmo - que as disputas políticas que nos envolveram por muito tempo não existem mais. A questão que perguntamos hoje não é se nosso governo é muito grande ou muito pequeno, mas se ele funciona - se ele ajuda as famílias a encontrarem empregos que pagam um salário decente, que tipo de seguridade eles dão, uma aposentadoria que seja digna. Onde a resposta é sim, nós queremos ir em frente. Onde a resposta é não, os programas acabarão. E aqueles de nós que manejam os dólares públicos terão que prestar contas - para gastar de maneira sábia, reformar maus hábitos, e fazer nossos negócios à luz do dia - porque apenas assim nós podemos restaurar a confiança vital entre o povo e o governo.



Também não á a questão que se apresenta a nós se o mercado é uma força para o bem ou para o mal. Seu poder de gerar riquezas e expandir a liberdade é ilimitado, mas esta crise nos fez lembrar que sem vigilância, o mercado pode sair do controle - e uma nação não pode prosperar por muito tempo quando favorece apenas os mais ricos. O sucesso da nossa economia sempre dependeu não apenas do tamanho do nosso Produto Interno Bruto (PIB), mas do poder da nossa prosperidade; na nossa habilidade de estendê-la a cada um, não por caridade, mas porque esse é o caminho mais seguro para o bem comum.



Quanto à nossa defesa comum, rejeitamos a falsa escolha entre nossa segurança e nossos ideais. Os fundadores do país, que enfrentaram perigos que sequer imaginamos, redigiram uma carta para assegurar o primado da lei e dos direitos do homem, uma carta expandida pelo sangue de gerações. Esses ideais ainda iluminam o mundo, e nós não vamos abandoná-los por conveniência. E, então, para todos os povos e governos que estão assistindo hoje, das grandes capitais ao pequeno vilarejo onde meu pai nasceu: Saibam que a América é amiga de cada nação e de cada homem, mulher ou criança que procure um futuro de paz e dignidade, e que nós estamos prontos para liderar uma vez mais.



Lembrem-se que gerações anteriores enfrentaram o fascismo e o comunismo não apenas com mísseis e tanques, mas com alianças robustas e convicções duradouras. Eles entenderam que nosso poder sozinho não pode nos proteger, nem nos dá o direito de fazer o que quisermos. Em vez disso, eles entenderam que nosso poder cresce com seu uso prudente; nossa segurança emana da Justiça de nossa causa, da força de nosso exemplo, da têmpera das qualidades de humildade e moderação.



CONTINUA...

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MensagemAssunto: Re: Martin Luther King em Luanda   Dom Jan 25, 2009 6:04 pm

Nós somos os guardiães desse legado. Guiados por esses princípios uma vez mais, podemos enfrentar novas ameaças que exigem um esforço maior - maior cooperação e compreensão entre as nações. Começaremos por sair do Iraque com responsabilidade e por criar um esforço de paz no Afeganistão. Com velhos amigos e antigos adversários vamos trabalhar incansavelmente para diminuir a ameaça nuclear, e reduzir o espectro do aquecimento global. Não vamos pedir desculpas por nosso modo de vida, nem vamos vacilar em sua defesa, e, para aqueles que procurarem avançar em seus objetivos produzindo terror e matando inocentes, diremos a eles que nosso espírito é mais forte e não pode ser quebrado; eles não poderão prevalecer e nós os derrotaremos.



Sabemos que nossa herança multicultural é uma força, não uma fraqueza. Somos uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus - e ateus. Somos moldados por cada língua e cultura, de cada parte desta Terra; e por causa disso provamos o sabor mais amargo da guerra civil e da segregação e emergimos desse capítulo mais fortes e mais unidos; não podemos senão acreditar que os velhos ódios passarão um dia; que as linhas das tribos vão se dissolver rapidamente; que o mundo ficará menor, nossa humanidade comum deve revelar-se; e que a América vai desempenhar o seu papel em uma nova era de paz.



Para o mundo muçulmano, buscamos um novo caminho a seguir, baseado em interesse e respeito mútuo. Para aqueles líderes pelo mundo que buscam semear o conflito, ou culpam o Ocidente pelos

males de suas sociedades: Saibam que seus povos irão julgá-los a partir do que vocês podem construir, e não destruir. Para aqueles que se agarram ao poder por meio da fraude e da corrupção, saibam que estão no lado errado da História; mas nós estenderemos a mão se vocês estiverem dispostos a cooperar.



Às pessoas das nações pobres, nós queremos trabalhar a seu lado para fazer suas fazendas florescerem e deixar os cursos de água limpa fluírem; para nutrir corpos famintos e alimentar mentes ávidas. E para aquelas nações como a nossa, que vivem em relativa riqueza, queremos dizer que não podemos mais suportar a indiferença quanto ao sofrimento daqueles que sofrem fora de nossas fronteiras; nem podemos consumir os recursos do mundo sem nos importar com as consequências. Nós devemos acompanhar as mudanças do mundo.



À medida que entendemos o caminho que se desdobra diante de nós, recordamos com humilde gratidão aqueles bravos americanos que, a esta mesma hora, patrulham longínquos desertos e montanhas distantes. Eles têm algo a nos dizer hoje, como aqueles heróis caídos que jazem em Arlington murmuram através dos tempos. Nós os honramos não apenas porque eles não os guardiães de nossa liberdade, mas porque eles representam o espírito de servir ao país; a disposição de encontrar um significado maior que si mesmos. E ainda, neste momento - um momento que vai definir uma geração - é precisamente esse espírito que todos nós devemos viver.



Porque, por mais que o governo possa fazer e precise fazer, em última instância é da fé e da determinação do povo americano que esta nação depende. É a bondade de receber um estranho quando os diques se rompem, é o desprendimento de trabalhadores que preferem reduzir suas horas a ver um companheiro perder o emprego o que nos auxilia em nossas horas mais sombrias. É a coragem do bombeiro de subir uma escada cheia de fumaça, mas também a disposição de pais de criar uma criança o que, no fim das contas, decide o nosso destino.



Nossos desafios podem ser novos. Os instrumentos com os quais nós os enfrentamos podem ser novos. Mas aqueles valores dos quais nosso sucesso depende - trabalho duro e honestidade, coragem e justiça, tolerância e curiosidade, lealdade e patriotismo - essas coisas são antigas. Essas coisas são verdadeiras. Elas têm sido a força quieta do progresso ao longo de nossa história. O que se exige, então, é uma volta a essas verdades. O que se exige de nós agora é uma nova era de responsabilidade - um reconhecimento, por parte de todo americano, de que nós temos deveres para conosco, nossa nação e o mundo; deveres que nós não aceitamos a contragosto, mas com alegria, firmes no conhecimento de que não há nada tão satisfatório para o espírito, tão definidor de nosso caráter, do que dar tudo o que podemos numa tarefa difícil.



Este é o preço e a promessa da cidadania.



Esta é a fonte de nossa confiança - o conhecimento de que Deus nos convoca a dar forma a um destino incerto.



Este é o significado de nossa liberdade e de nosso credo - por que homens e mulheres e crianças de toda raça e de toda fé podem se unir numa celebração neste magnífico Mall, e por que um homem cujo pai, menos de 60 anos atrás, poderia não ser servido num restaurante local, agora pode estar diante de vocês para fazer um juramento sagrado.



Por isso, vamos marcar esse dia com a lembrança de quem somos e quão longe viajamos. No ano do nascimento da América, no mais frio dos meses, um pequeno grupo de patriotas se encolhia em torno de fogueiras que se apagavam, às margens de um rio gelado. A capital estava abandonada. O inimigo estava avançando. A neve estava manchada de sangue. Num momento em que nossa revolução estava em dúvida, o pai de nossa nação ordenou que essas palavras fossem lidas para o povo:



"Que seja dito ao mundo futuro que, na profundidade do inverno, quando nada além da esperança e da virtude poderia sobreviver, a cidade e o país, alarmados diante de um perigo comum, saiu para enfrentá-lo."



América. Em face de nossos perigos comuns, neste inverno de nossas dificuldades, vamos lembrar essas palavras eternas. Com esperança e virtude, vamos enfrentar uma vez mais as correntes geladas e resistir quaisquer tempestades que possam vir. Que seja dito pelos filhos de nossos filhos que, quando fomos testados, nós nos recusamos a deixar esta jornada terminar, que nós não viramos as costas, que nós não vacilamos; e, com os olhos fixos no horizonte e a graça de Deus sobre nós, levamos adiante o grande dom da liberdade e o entregamos com segurança paras as gerações futuras."

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MensagemAssunto: Re: Martin Luther King em Luanda   Sex Fev 26, 2010 4:53 pm

Olá a todos!

Dando continuidade ao assunto



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MensagemAssunto: Re: Martin Luther King em Luanda   Sex Fev 26, 2010 4:59 pm

Olá a todos!

Comemoração 45 anos a Martin Luther King Jr. e Barak Obama Barack Obama-Martin Luther King Montage.

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MensagemAssunto: Re: Martin Luther King em Luanda   Seg Nov 01, 2010 10:15 pm

..................................................///////////..................................................

...................................................................................................................
Brasil tem a primeira mulher

presidente: Dilma Rousseff



31.10.2010

Brasil tem a 1ª mulher presidente: Dilma Rousseff. O Brasil elegeu hoje, 31 de outubro de 2010, a primeira mulher presidente da República. Dilma Rousseff venceu com 56,05% dos votos válidos. Seu adversário do PSDB, José Serra, teve 43,95%.
Os brasileiros foram às urnas no domingo que antecede o feriado de 2 de Novembro com a convicção de que o projeto iniciado pelo governo Lula em 2003 será aprofundado e aprimorado por Dilma. Ainda hoje, a presidente eleita deve fazer um pronunciamento no hotel em Brasília onde acompanha a apuração dos votos com seus aliados.
Reunidos num hotel em Brasília para acompanhar a apuração dos votos, aliados da candidata Dilma Rousseff traçaram o caminho que deve ser seguido pelo novo governo. Mais do que a continuidade, Dilma vai imprimir seu estilo no governo que vai aprimorar os programas sociais e garantir o crescimento econômico.

Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, Dilma vai cumprir a meta de erradicação da miséria e manter a integração entre crescimento econômico e inclusão social. “O governo Dilma vai ser um outro governo. Ela vai dar seu tom e estilo, e aprofundar o que governo Lula começou. O Brasil pode e tem que erradicar a miséria. E a integração entre crescimento e divisão da riqueza vai ser a marca do governo da presidenta Dilma Rousseff”, acrescentou Temporão.
Continuidade
Na mesma linha, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, não prevê um governo idêntico ao de Lula, mas aposta que Dilma Rousseff vai continuar com a política de valorização do salário mínimo, por exemplo. “A Dilma vai manter a nossa política de valorização todos os anos do salário mínimo com aumentos acima da inflação. E, de certa forma, isso já está contemplado no Orçamento”, explicou.

Para o ministro, com Dilma na presidência da República, o Brasil vai continuar crescendo, com inflação sob controle, geração de emprego e investimentos em infraestrutura. “A continuidade significa manter os programas, a linha, mas vai sair um presidente e vai entrar outra. Com a caneta cheia para nomear quem quiser”, brincou Paulo Bernardo.

Na avaliação do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o país está pronto para seguir mudando. “Vamos deixar uma herança do bem. Um país ajustado, pronto para continuar crescendo e reduzindo a pobreza.”
Balanço

No balanço sobre a campanha eleitoral, o assessor especial da presidência, Marco Aurélio Garcia, lamentou a mobilização de “setores do submundo da política” que evitou uma discussão politizada. Segundo ele, a campanha foi exaustiva e Dilma deve tirar uns dias de descanso.

“O resultado revela que houve mais acertos que erros. Sempre que foi necessário, ela insistiu muito no projeto nacional de desenvolvimento, nas grandes políticas que foram as do governo Lula, que devem ganhar em qualidade neste governo”, disse Marco Aurélio Garcia. “O momento agora, como se diz em linguagem futebolística, é correr para o abraço.”

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MensagemAssunto: Re: Martin Luther King em Luanda   Qua Nov 03, 2010 8:43 pm

Assisti a esta entrevista na televisão. Acho que é oportuno podemos acompanhar o que se faz depois de uma eleição.


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MensagemAssunto: Re: Martin Luther King em Luanda   Sab Nov 20, 2010 3:39 pm

É sempre bom sabermos o que está acontecendo.
Dilma contém choro e agradece aos 'três porquinhos'






Brasília - As lágrimas contidas no discurso da vitória, em 31 de outubro, rolaram nesta sexta-feira do rosto da presidenta eleita, Dilma Rousseff (PT). Ela se emocionou bastante em duas ocasiões, durante um pronunciamento na reunião do Diretório Nacional do PT, em Brasília. Dilma chorou ao falar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, fundamental em sua eleição, e da militância petista durante a campanha eleitoral.

A primeira
mulher eleita para comandar o País lembrou com emoção das viagens feitas na campanha, quando, segundo ela, mal chegava no aeroporto e já via militantes com bandeiras e camisetas do PT.
Dilma em Brasília: em busca da união e da compreensão “Andei este País de Norte a Sul, de Leste a Oeste. Tem um fato que quando a gente é candidato, que é um verdadeiro abraço de mãe, que é quando você desce do aeroporto e vê, primeiro, a bandeira, uma camiseta e uma imensa solidariedade. Isso até me comove”, disse, interrompendo a fala e chorando. “E não é que seja sempre uma multidão. Muitas vezes é uma multidão, mas muitas vezes são três, quatro companheiros e companheiras, num município menor. E podem ter certeza que a militância está lá, e te acompanha de forma determinada. E estarão contigo em todos os lugares. Para esse partido, que apresento aqui meu reconhecimento, minha gratidão”.

'Posição vantajosa'

Dilma também agradeceu o fato de que assumirá a Presidência em posição “vantajosa” graças à “herança bendita” deixada por Lula. E, em meio à disputa dos partidos da base aliada por cargos de alto escalão em seu governo, a presidenta destacou que parte da “herança bendita” é graças à aliança em torno do governo Lula.

Para ela, o PT teve maturidade para perceber que o Brasil é plural e que era preciso construir uma aliança para governar e estabelecer regras de convivência política. E, num aviso ao partido, Dilma disse que o PT deve “compreender os complexos desafios” do próximo governo e a relação com as legendas de coalizão: “Eu dependo da maturidade política para entender os complexos desafios do poder. Hoje, somos mais experientes sobre as relações partido e governo, governo e movimentos sociais”.

Agradecimento também aos 'três porquinhos'

Dilma Rousseff fez ainda um agradecimento especial a três membros do PT, aos quais chamou de três porquinhos: José Eduardo Cardozo, José Eduardo Dutra e Antonio Palocci, coordenadores de sua vitoriosa campanha à Presidência do País e hoje líderes da equipe de transição.

“Acredito que os três porquinhos foram muito bem sucedidos na coordenação da minha campanha. Eu encontrei neles companheiros de todas as horas”, afirmou a presidenta eleita.

Entrando na brincadeira, Cardozo, que é secretário-geral do PT, explicou quem é quem entre os três porquinhos: “Ficamos pensando o que têm em comum entre nós, além da barriga. Vimos que o Prático é o Palocci, o Heitor é o Dutra, e o Cícero sou eu”, disse.

Segundo o conto de fadas "Três Porquinhos", Cícero é o porquinho mais preguiçoso, que construiu a casa de palha; Heitor não é tão preguiçoso porque construiu sua casa com madeira; e Prático é o mais precavido e trabalhador, que usa cimento e tijolos em sua construção.



fonte: jornal " O DIA - Online

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MensagemAssunto: Re: Martin Luther King em Luanda   Sab Jan 01, 2011 11:01 pm

Dilma se emociona, no discurso, ao lembrar sua história



Em um discurso firme, a presidente Dilma Rousseff apenas embargou a voz ao final dos 40 minutos do seu pronunciamento, quando disse que a partir daquele momento era a presidenta de todos os brasileiros. 'A partir deste momento sou a presidenta de todos os brasileiros, sob a égide dos valores republicanos', disse a petista, sendo interrompida em seguida por muitos aplausos dos presentes, que ainda gritaram seu nome.
Dilma dedicou a última parte do seu discurso para falar um pouco de sua trajetória de vida, lembrando que dedicou toda a vida 'à causa do Brasil'. 'Entreguei minha juventude ao sonho de um país justo e democrático. Suportei as adversidades mais extremas infligidas a todos que ousamos enfrentar o arbítrio. Não tenho qualquer arrependimento, tampouco ressentimento ou rancor', afirmou, bastante emocionada, homenageando os companheiros de luta que não conseguiram chegar a este momento junto com ela.
Durante todo o seu discurso, Dilma foi interrompida pelos presentes por diversas vezes para aplausos. A primeira ocorreu logo no início, quando lembrou que era a primeira mulher a assumir o cargo de presidente do Brasil. Ao lembrar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, também recebeu aplausos, o que se repetiu longamente quando homenageou o vice-presidente José Alencar, que está internado em São Paulo.
A promessa por medidas que modernizem o sistema tributário também mereceu aplausos, assim como a 'luta obstinada' para erradicar a pobreza e o compromisso com a melhoria da qualidade da educação e da remuneração dos professores.
Dilma convocou duas vezes a sociedade a fazer o seu melhor para o Brasil. Num primeiro momento, para enfrentar juntos o desafio da erradicação da miséria e a segunda, para ressaltar que o tamanho de um país não é resultado apenas de um governo, mas de todo o seu povo. Ao final, pediu a bênção de Deus para o Brasil e para a paz mundial, o que foi um improviso ao texto do discurso oficial.



Os brasileiros esperaram por este momento da posse debaixo de chuva.

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